7 dicas infalíveis para estimular os alunos a estudarem em casa

7 dicas infalíveis para estimular os alunos a estudarem em casa

Os professores lutam atualmente com uma série de distrações: videogames, smartphones e as diversas redes sociais, entre outros itens, fazem com que os estudantes tenham cada vez menos vontade de estudar em casa. Como podemos, então, no mundo em que vivemos, fazer com que o aluno não só faça as lições de casa, mas também se interesse por estudar fora do ambiente escolar? Separamos várias dicas para estimular alunos a estudar em casa. São sugestões fáceis de empregar. Então, mãos à massa:

Como desenvolver o pensamento crítico em seus alunos

Como desenvolver o pensamento crítico em seus alunos

Você sabia que o pensamento crítico é fundamental para um ensino de qualidade?

Afinal, esta é, sem dúvida, a melhor maneira que um aluno encontra de pensar por si próprio e de tomar as decisões sobre em que acreditar e o que fazer, por exemplo, de forma racional, confiável e responsável. Além de ser uma habilidade onde se faz questionar ideias e opiniões (nossas e de terceiros) o pensamento crítico não se resume apenas à lógica formal, mas também se preocupa com a verdade ou falsidade das nossas crenças e com as capacidades, atitudes e práticas necessárias para a construção de uma visão do mundo.

4 dicas para trabalhar a Educação Financeira com adolescentes

4 dicas para trabalhar a Educação Financeira com adolescentes

Educação Financeira é uma matéria que não cai no vestibular, mas que merece a atenção das escolas de ensino médio e técnico. Afinal, lidar com o dinheiro não é uma tarefa fácil para os adolescentes e jovens, principalmente se na infância eles não tiveram as primeiras valiosas lições sobre o tema.

Como fazem parte de uma sociedade mergulhada no consumo, esse público acaba perdendo a noção do valor do dinheiro se não tiverem bem orientados. Então, o negócio é combater o risco de cara. E, para isso, pais e escola devem estar unidos nesse projeto.

Dicas para trabalhar a educação financeira na escola

Dicas para trabalhar a educação financeira na escola

A educação financeira deve começar em casa, com os pais estabelecendo pequenos ganhos aos filhos, ensinando que sempre que pega uma coisa no supermercado ele tem que pagar e pouco a pouco mostrando que para comprar algo maior, é necessário poupar. O processo é longo e deve durar toda infância, adolescência, para que na juventude, ao começar trabalhar, a pessoa esteja preparada para poupar e ter uma boa relação com os seus ganhos.

Para colaborar com esse processo, várias escolas tem adotado o ensino de educação financeira na sala de aula. Instituições públicas e particulares investem nesses ensinamentos e transformam crianças e jovens. Atividades que podem ser implantadas naturalmente na rotina de aula podem colaborar e formar jovens bem preparados para lidar com o dinheiro.

O valor da educação financeira na escola

O valor da educação financeira na escola

Você já deve ter ouvido o ditado que diz que “é de pequeno que se torce o pepino”. Pois é. Ele se aplica muito bem se o assunto é educação financeira para crianças. Afinal, as primeiras lições sobre como utilizar bem o dinheiro devem começar na infância. Capacitar uma criança para que ela faça melhor utilização do dinheiro não é uma tarefa das mais fáceis, principalmente no mundo de hoje, quando os pequenos são bombardeados por propagandas de produtos que lhe interessam. Eles são um alvo muito fácil e, não raro, caem nas garras do consumismo rapidamente.

É de extrema importância trabalhar esse tipo de tema nas escolas. A disciplina de educação financeira não está no currículo obrigatório mas muitas e instituições já optam por tê-la na grade. Mais do que lidar com o dinheiro, as crianças aprendem a calcular gastos dentro em um orçamento, a ter uma reserva financeira e a não acumular dívidas. Consumir conscientemente, preocupando-se também com a sustentabilidade é o objetivo.

Professor, você está preparado para a educação inclusiva?

Professor, você está preparado para a educação inclusiva?

A Educação Inclusiva chegou para ficar. Veio para substituir, sem cerimônia, a escola tradicional, em que todos os alunos tinham que estar adaptados ao método pedagógico tradicional e eram avaliados sob o mesmo ângulo. Isso não existe mais. Aqueles que não se “enquadram” à turma já não vão para a classe especial ou para a escola especial. Esses são vistos de uma nova forma. Hoje a deficiência de uma criança é considerada uma das muitas características que os alunos podem ter, totalmente despida de rótulos.

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