Entenda o que é trio gestor e melhore sua instituição de ensino!

Educar não é mesmo uma tarefa simples! Afinal, gerir uma instituição de ensino envolve tarefas diversas, que incluem o cuidado físico dos alunos, a organização do espaço e as atividades burocráticas e administrativas. Além, é claro, do esforço pedagógico.

À medida que uma instituição de ensino cresce, aumentam as responsabilidades. Logo, o crescimento precisa ser estruturado para garantir a manutenção ou até mesmo a melhoria da qualidade. E, para isso, é essencial o compromisso de um grupo de profissionais com o aperfeiçoamento do processo educacional — o trio gestor. Mas quem são essas peças-chave?

Logicamente, o papel dos professores e de toda a equipe de apoio jamais deve ser minimizado: eles fazem a vida na escola acontecer. No entanto, a direção tomada por uma instituição — seja o sucesso ou o fracasso — vai depender da liderança de seu trio gestor.

E aí, você sabe quem são esses profissionais? Conhece suas atribuições? Entende como a atuação de cada um deles contribui para a qualidade e o sucesso de sua instituição de ensino? Então, você precisa ler este post!

Nele vamos explicar o que é o trio gestor, quais são as funções de cada um desses líderes dentro da escola e qual é seu potencial de transformação da realidade escolar. E ainda vamos dar algumas dicas de como eles podem superar as diferenças e trabalhar em conjunto!

Viu como é importante? Então continue a leitura e saiba como encaixar essas peças fundamentais para garantir o sucesso de sua IE!

Quais são os profissionais responsáveis por esse suporte?

A direção e o suporte de uma escola contam com três personagens principais — e é essa equipe que chamamos de trio gestor. Assim, ela é composta por:

  • Diretor
  • Coordenador pedagógico
  • Supervisor de ensino

Logicamente, ao longo do tempo a comunidade escolar percebeu que a atuação de outros personagens também contribuía para a obtenção de bons resultados, e eles foram agregados ao quadro escolar.

Ainda assim, por mais que orientadores educacionais, psicólogos escolares e outros profissionais façam parte dessa rede, a responsabilidade de direcionar os trabalhos pedagógicos e o andamento da instituição ainda é do trio gestor.

Então, vamos entender qual é o papel específico de cada um deles?

1. Diretor

Este é o profissional que responde pelos aspectos legais, judiciais e pedagógicos da instituição de ensino. Em outras palavras, o funcionamento geral da escola está sob sua responsabilidade.

Por isso, o diretor é, de fato, o líder da instituição. Assim, em prol de metas específicas — a aprendizagem de todos os alunos e o alcance de um padrão de excelência — ele vai direcionar, gerenciar e articular o trabalho de professores e funcionários.

A maior parte do tempo de um diretor costuma ser consumida por exigências administrativas: a gestão financeira, o atendimento aos pais, contratações, gestão do espaço escolar e sua conservação. Além disso, muitas vezes, ele é o responsável pelas ações disciplinares.

Também é sua função garantir que as ações da escola sejam consonantes às leis e normas estabelecidas pelos órgãos oficiais, bem como a leitura e o entendimento de portarias e o cumprimento de prazos.

Contudo, a verdade é que, além de cuidar do orçamento, disponibilizar as vagas da instituição, controlar e adquirir materiais, elaborar o calendário escolar e garantir seu cumprimento, o diretor tem ainda um papel fundamental como educador.

Por mais que o dia a dia corrido do gestor o faça deixar em segundo plano uma de suas principais atribuições — responder pedagogicamente pelos resultados da instituição — essa é uma função que não pode ser negligenciada ou simplesmente delegada.

Para ser mais que uma figura de autoridade burocrática, ele precisa acompanhar o cotidiano da sala de aula e conhecer os alunos e seus pais, bem como os funcionários da instituição.

Agora, talvez você pense que é impossível exercer todas essas atividades, ainda mais dependendo do porte da escola. No entanto, vale lembrar que os gestores de hoje podem contar com o auxílio de recursos que tornam a administração muito mais simples e ágil.

Enquanto, no passado, muitas das tarefas de um diretor exigiam a ocupação de grande parte do tempo na elaboração de relatórios e documentos, hoje existem ferramentas que facilitam muito este trabalho, como os sistemas de gestão.

Por meio delas, é possível que os processos internos sejam automatizados, eliminando a necessidade de realizar ações repetitivas e burocráticas e permitindo que esse importante gestor possa se dedicar à evolução de sua instituição de ensino como um todo.

Nesse sentido, podemos listar as principais atribuições do diretor:

  • responsabilidade legal, judicial e pedagógica sobre as ações da escola;
  • articulação com a comunidade interna e externa da instituição;
  • organização do espaço escolar para a realização das atividades pedagógicas;
  • liderança quanto à elaboração do projeto político-pedagógico, bem como suas possíveis revisões e condições para concretização;
  • implementação das políticas públicas na escola ou das diretrizes estabelecidas pelos órgãos governamentais;
  • instituição e acompanhamento de períodos determinados para planejamento e estudo por parte da equipe;
  • realização de reuniões de pais e mestres, juntamente à coordenação e aos docentes;
  • elaboração de um cronograma para reuniões regulares com os segmentos da escola, com o fim de capacitar e orientar os colaboradores quanto às melhores práticas referentes às suas funções;
  • controle financeiro da escola e disponibilização racional e responsável dos recursos disponíveis;
  • desenvolvimento dos colaboradores da instituição;
  • levantamento, análise e acompanhamento do desenvolvimento dos alunos.
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2. Coordenador Pedagógico

Este profissional responde pela formação dos professores, pelo acompanhamento e pelo direcionamento do trabalho pedagógico.

O principal objetivo do coordenador pedagógico é fazer da escola um espaço de aprendizagem para todos. Nesse trabalho, ele deve formar uma verdadeira relação de parceria e cumplicidade com o diretor.

Por isso, ele deve ser aquela pessoa especialista nas diversas didáticas, que conhece todos os meios e modos possíveis de ensinar um tema, e ter a disposição de continuar sempre pesquisando sobre formas de garantir o aproveitamento dos alunos.

Seu papel principal é ser o “irmão mais velho” do professor. Aquele que vai sentar junto com o docente para analisar o perfil de cada turma e dos alunos individualmente, bem como as dificuldades enfrentadas por eles.

E, diante desse quadro, vai ajudá-lo a encontrar as melhores soluções para otimizar a aprendizagem, garantindo uma variedade de métodos e estímulos que contemplem as diferentes necessidades que surgem dentro da sala de aula.

Enfim, mais que o papel de um administrador, o coordenador pedagógico precisa atuar como um mentor, que oferece oportunidades de formação e aperfeiçoamento tanto por meio de cursos, oficinas e outras ações coletivas quanto no acompanhamento individual, caso a caso.

Nesse sentido, as principais atribuições do coordenador pedagógico são:

  • colaborar na elaboração do projeto político-pedagógico;
  • certificar-se do cumprimento do projeto político-pedagógico no cotidiano escolar (em caso de inviabilidade, observar as causas para propor revisões ao plano);
  • participar do planejamento de atividades junto com os professores e acompanhar a realização;
  • analisar as condições, os resultados e possíveis melhorias que devem ser propostas ao processo de ensino e aprendizagem junto ao diretor escolar;
  • garantir a elaboração e organização dos registros do trabalho pedagógico, de acordo com as diretrizes governamentais e institucionais;
  • acompanhar o trabalho do docente, seja por meio da documentação e planos de aulas apresentados ou da observação das aulas;
  • analisar com os professores o desempenho das turmas e de alunos individualmente, identificando as principais necessidades;
  • propor intervenções pedagógicas para atender às necessidades dos estudantes — inclusive de caráter especial — e garantir a aprendizagem a todos;
  • realizar iniciativas para a formação de professores e aperfeiçoamento pedagógico;
  • oferecer subsídio para o aperfeiçoamento pedagógico, tanto em forma de conhecimento como de materiais;
  • analisar a adequação dos materiais didáticos utilizados para o cumprimento dos objetivos educacionais estabelecidos;
  • disponibilizar o material necessário para que os professores diversifiquem suas aulas e ofereçam estímulos variados à aprendizagem, atendendo às necessidades individuais dos estudantes;
  • realizar as reuniões de pais e mestres, junto com a equipe docente.

3. Supervisor

Como representante da Secretaria de Educação, o supervisor de ensino não é um funcionário da escola. Porém, é sua atribuição fornecer apoio técnico, administrativo e pedagógico às instituições de ensino sob sua responsabilidade.

E também faz parte da sua atuação a formação de gestores e coordenadores. O processo de implantação de políticas públicas para a Educação, aliás, deve contar com sua orientação e respaldo.

Provavelmente, o fato de esse profissional surgir como parte do trio gestor é uma surpresa até mesmo para muitos educadores, que pensam que o supervisor é uma figura mais distante e alheia ao que se passa no universo escolar, exercendo muito mais um papel fiscalizador que orientador.

Porém, essa é uma concepção que precisa ser revista. Estudos realizados recentemente já mostram que, quando se analisa as iniciativas de escolas que obtiveram desempenho superior em avaliações oficiais, uma prática muito comum entre elas é justamente a proximidade com a Secretaria de Educação.

Portanto, tal profissional tem muito a contribuir para a qualidade do ensino, e sua atuação vai muito além de orientações quanto à organização burocrática. Basta que a escola saiba explorar o potencial desta aproximação.

São atribuições do supervisor de ensino:

  • sistematizar as diretrizes curriculares da rede para orientar as escolas;
  • participar de comissões sindicantes;
  • trabalhar pela formação de coordenadores pedagógicos e diretores escolares;
  • acompanhar, organizar e registrar essas iniciativas de formação continuada;
  • viabilizar a troca de experiências entre profissionais de escolas distintas, nas diferentes funções;
  • realizar estudos e pesquisas de cunho pedagógico, ou relevantes para o contexto educacional;
  • acompanhar e auxiliar o trabalho de gestores e coordenadores, bem como o cumprimento dos dias letivos pelas instituições de ensino;
  • articular a execução dos projetos político-pedagógicos elaborados pelas escolas com o Plano Educacional estabelecido pela Secretaria de Ensino;
  • avaliar o desempenho dos alunos e os indicadores de aprendizagem nas escolas para estudar e propor melhorias ao sistema e a garantia de concretização dos objetivos educacionais.
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Por que a escola precisa de um trio gestor?

Quem acha que administrar uma instituição de ensino é uma tarefa simples está enganado! Como já dissemos, é necessário pensar, literalmente, em tudo. E, entre as principais preocupações dos gestores, podemos destacar:

  • garantir a segurança e a integridade física dos alunos, a partir do momento que entram na escola;
  • organizar o espaço escolar para atender a todas as necessidades de desenvolvimento físico, mental, emocional e social dos estudantes;
  • manter as boas condições da estrutura física da instituição e identificar a necessidade de ampliações e melhorias;
  • coordenar e orientar o trabalho dos diferentes atores do trabalho educacional, desde os responsáveis pela limpeza e conservação, os monitores, bibliotecários, atendentes, docentes e equipe técnica, para que reflitam os princípios e filosofia da instituição;
  • analisar e implementar melhorias que resultem em aperfeiçoamento do trabalho pedagógico e facilitem a gestão da instituição;
  • promover ações que contribuam para a socialização secundária dos estudantes;
  • acompanhar o trabalho dos docentes e garantir que a ação pedagógica esteja orientada para produzir os melhores resultados;
  • produzir a documentação solicitada pelos órgãos competentes e manter os registros de acordo com as especificações dos agentes públicos que direcionam o ensino;
  • administrar o orçamento da instituição para alcançar um patamar de saúde financeira que permita não apenas a sobrevivência e o lucro, mas a possibilidade de novos investimentos e expansão;
  • gerenciar os recursos de forma a garantir o cumprimento das obrigações financeiras, trabalhistas e tributárias que envolvem a gestão de uma empresa;
  • selecionar os melhores profissionais do mercado e promover ações de capacitação para colaboradores com o objetivo de prestar serviço de qualidade diferenciada;
  • gerenciar materiais e suprimentos;
  • instituir um código de conduta e ações disciplinares para que as noções de respeito ao próximo e ao patrimônio sejam fixadas na mente dos alunos;
  • empregar esforços para alcançar um nível de excelência que torne a instituição uma referência de qualidade.

Ainda outros itens poderiam ser a acrescentados a esta lista, como a atuação junto à comunidade para promover o bem-estar social, por exemplo.

Porém, acreditamos que essas atribuições já sã suficientes para perceber que — quer pela quantidade ou pela complexidade das tarefas — é essencial que mais de uma pessoa tenha tal responsabilidade em mãos.

De fato, atingir bons resultados na aprendizagem e garantir a organização de uma escola, de modo geral, exige a atuação profissional conjunta — e, por isso, a atuação de um trio gestor é fundamental.

Portanto, embora quem esteja na linha de frente do processo educacional seja o professor, sabe-se que o sucesso no processo de ensino e aprendizagem depende também do apoio institucional, que viabiliza o alcance dos objetivos propostos.

Como a atuação dessas 3 pessoas pode transformar uma escola?

Como podemos perceber, a atuação conjunta do trio gestor é de fundamental importância para implementar mudanças e promover o aperfeiçoamento do processo de ensino e aprendizagem. E isso é essencial para a qualidade de uma instituição.

Essas três funções, portanto, atuam de forma complementar para dividir responsabilidades e direcionar os processos da escola. Sempre de acordo com o objetivo maior, que é a excelência no ensino e a garantia de aprendizagem para todos.

Enquanto o diretor e o coordenador passam os dias na escola, atuando diretamente com professores, alunos e funcionários, o supervisor deve auxiliá-los e orientá-los para que as necessidades observadas no cotidiano escolar sejam supridas.

Diante disso, o fato é que ao fortalecer o trio gestor pela colaboração mútua, o grande beneficiado é o aluno — e, consequentemente, a escola.

Afinal, com a visão de três profissionais distintos e com percepções e experiências diferentes, ela conta com uma capacidade de análise dos problemas ampla e profunda, que pode gerar ainda soluções muito mais efetivas. E o grande segredo para alcançar esse nível de eficácia é a articulação das funções.

Se cada um cumprir suas tarefas sem compreender a necessidade de interação e colaboração entre essas áreas, a força potencial desse trio será simplesmente desperdiçada, causando prejuízos à própria instituição de ensino.

É simples, e uma questão simples de Física já pode ilustrar muito bem como essa relação profissional precisa acontecer. Se há um pequeno vagão nos trilhos, que depende de tração de três pessoas para iniciar seu movimento, não haverá sucesso se cada uma empurrar em direção oposta aos outros, certo?

Pois o mesmo acontece com as relações profissionais — e a escola não é uma exceção. Quando todos os atores empregam seus esforços em uma única direção, os resultados são muito melhores.

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Por isso, o trio gestor precisa estar alinhado quanto aos propósitos e metodologia de ação. E qual é a consequência disso? Uma aprendizagem significativa! Várias pesquisas já comprovam que a integração entre gestores é um fator decisivo para a qualidade do processo educacional.

E não é este o sonho de qualquer gestor: fazer com que sua escola se destaque e se torne referência pelos bons resultados obtidos? Assim, apesar das funções diferentes, é fundamental que esses três educadores somem esforços:

  • o supervisor orienta e ajuda a formar coordenadores e diretores, além de propor soluções para as necessidades escolares que se pautem nas possibilidades legais;
  • diretores e coordenadores conduzem em mentoreiam professores, para que seu trabalho seja cada vez mais eficiente;
  • professores preparados conseguem elaborar aulas de qualidade, que proveem estímulos diversificados para os diferentes tipos de aprendizes;
  • na outra ponta, os alunos são beneficiados com um ensino de qualidade, que atende à diversidade e produz cidadãos aptos para viverem em sociedade e enfrentarem os desafios pessoais e profissionais.

O que fazer para vencer diferenças e trabalhar em conjunto?

Bom, se a integração e cooperação do trio gestor é a chave para o sucesso de uma escola, por que, então, essa situação parece tão distante de nossa realidade?

Infelizmente, criou-se uma visão de que alguns desses personagens são antagonistas. Isso pode acontecer em relação ao agente mais externo — o supervisor — mas não é incomum que essa ação desconectada ocorra até mesmo dentro da escola, entre o coordenador e o diretor.

Enquanto o diretor tem uma visão mais administrativa — o que, às vezes, gera certa demanda —, o coordenador pode ter uma percepção mais pedagógica, o que gera conflitos. Isso pode ser visto na definição da quantidade de alunos por turmas, no direcionamento dos investimentos e outras situações do cotidiano escolar.

Porém, essas divergências precisam ser trabalhadas de outra forma para se chegar a um resultado positivo.

Lembre-se: educação é um processo que não permite qualidade sem uma palavra-chave: colaboração. E sua necessidade é vista nas diversas relações que permeiam este espaço: família / escola, docentes / gestão, instituição / órgãos oficiais.

É fundamental, por isso, deixar de olhar o trio gestor apenas como uma mera descrição de cargos e funções e realmente criar uma cultura colaborativa.

Se houver proximidade suficiente, as orientações do supervisor à escola serão compatíveis — tanto com as determinações oficiais quanto com a realidade das instituições. Por outro lado, não haverá espaço para uma atuação baseada em cobranças e fiscalização, e sim em colaboração.

Então, para isso, é preciso que alguns fatores sejam observados. Em primeiro lugar, o interesse principal é a aprendizagem dos alunos. Portanto, cabe ao trio gestor unir esforços para implantar ações que levem a este objetivo.

Além disso, as funções, conhecimentos e habilidades dos atores desse trio são complementares. Por isso, utilizar, conjuntamente, essas forças traz inúmeros benefícios à escola.

Aliás, visões diferentes não são um obstáculo, e sim uma oportunidade de obter uma análise mais ampla. Então, aproveite essas situações para conhecer o ponto de vista de alguém que exerce uma função diferente. Tal conhecimento pode ser útil para tomar decisões mais eficazes.

Outro ponto importante: ao invés de se concentrar apenas na gestão — que não é um fim em si mesma — concentre esforços para favorecer o trabalho do professor. No final das contas, eles estão na linha de frente: o resultado dos alunos depende do seu trabalho, e o sucesso da instituição depende desse resultado.

A integração do trio gestor também tem um efeito fantástico sobre o clima organizacional e o ambiente escolar. Quando os demais colaboradores veem uma gestão unida e os benefícios para a escola, esse exemplo promove uma atitude de cooperação também entre os outros funcionários.

Por fim, lembre-se de que um dos objetivos da escola é, além da aprendizagem, formar cidadãos para um mundo mais justo e colaborativo. E, como educadores, não temos como propor uma mudança sem sermos o seu carro-chefe dela, por meio das nossas atitudes.

E aí, gostou deste post? Entendeu como o trio gestor deve atuar em conjunto para garantir a aprendizagem dos alunos, a excelência acadêmica e o sucesso da instituição de ensino?

Agora, aproveite para ler outro artigo e aprender como realizar uma gestão escolar de qualidade!

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