12 características de uma gestão escolar de qualidade

8 características de uma gestão escolar de qualidade

Sabemos que, na hora de administrar uma instituição de ensino, cabe ao gestor escolar tomar as decisões corretas para que os resultados positivos apareçam. Portanto, as mudanças necessárias em uma escola — que beneficiem alunos e professores — passam sempre pelas mãos de quem faz uma gestão escolar de qualidade.

De fato, a manutenção dos dados, informações, relatórios, e demais questões que envolvem a gestão de uma instituição de ensino faz parte da rotina do gestor escolar, que precisa adotar em seus processos algumas características que levem seu trabalho rumo à eficiência.

Então, quer saber quais são elas? Continue lendo este post e confira as 12 características de uma gestão escolar de qualidade!

1. Planejamento escolar bem definido

Esse é o primeiro passo para uma gestão escolar de qualidade. Quando é bem definido, o planejamento deve abranger todas as áreas da escola — da área pedagógica até o financeiro.

E esse planejamento deve ocorrer antes do início de cada ano letivo, para que haja tempo hábil de traçar objetivos, estratégias para alcançá-los e metas a serem cumpridas. Portanto, ele deve estabelecer cada item citado para curto, médio e longo prazo.

Na verdade, o planejamento escolar bem definido é fundamental para que a instituição lide bem com os imprevistos, pois, para vencê-los, faz-se necessário preparar-se com antecedência. Logo, ao levantar problemas que ocorreram no passado, é possível traçar um plano de ação contra a sua recorrência no futuro.

Já a área financeira da escola deve ter todos os gastos em uma planilha ou sistema de gestão, para que os gestores consigam definir quais áreas podem receber mais ou menos recursos.

2. Gestão financeira apropriada

Em uma instituição de ensino, o cuidado com a gestão financeira não é só uma habilidade administrativa que visa o lucro. Embora se trate de uma empresa que também precisa seguir o princípio da onerabilidade, existem outras implicações.

Com a gestão adequada, a instituição pode investir em recursos que repercutem na qualidade acadêmica. As ferramentas pedagógicas e tecnológicas exercem uma grande influência no resultado obtido e, por isso, poupar dinheiro para essas aquisições deve ser uma prioridade.

3. Comunicação entre os membros da equipe

Qualquer equipe produz com mais eficiência quando existe uma boa comunicação entre os seus membros. Aliás, a comunicação entre os membros de uma equipe permite que seja criado um ambiente baseado numa relação de confiança — fundamental para que você consiga realizar uma boa gestão escolar.

Você conhece todos os membros de sua equipe? Sabe quais são seus pontos fortes e fracos? Afinal, conhecer cada integrante é importante para que você tenha um time unido em prol de um objetivo comum: ensinar com excelência.

Além disso, as reuniões em equipe e de feedback são fundamentais para que as questões, críticas e ideias possam ser debatidas com clareza, sem interferências. Quando você conhece todas as pessoas que fazem parte do seu time, fica mais fácil delegar tarefas para que elas sejam realizadas com sucesso.

Portanto, cabe ao gestor escolar ter sempre humildade e vontade de aprender com o seu time, pois isso o colocará a par de todos os processos que envolvem as atividades da escola.

4. Gestão descentralizada

Apesar de você ser o gestor escolar, há toda uma equipe com profissionais especializados em suas áreas de atuação dispostos a ajudar na realização do seu trabalho. Então, dito isso, existe algum motivo para centralizar todas as decisões e processos em você?

Independentemente do tamanho da escola em que você trabalha, não existe a necessidade de saber todos os detalhes de todos os projetos que acontecem nela. Na verdade, a gestão descentralizada é importante para a educação, pois estimula a boa comunicação e valoriza os profissionais que têm talento e disposição para ajudar.

Apesar de cada profissional poder liderar uma área ou projeto específico, você ainda pode ter acesso às informações por meio de reuniões periódicas.

5. Informação e participação

As reuniões periódicas também são importantes para que haja troca de informações e a participação de todos os profissionais envolvidos nos processos escolares. E essas reuniões devem estimular uma comunicação transparente e a participação de todos, pois isso faz com que a relação de confiança entre os envolvidos seja mantida.

Isso ainda permite que as decisões corretas possam ser tomadas com mais segurança, já que esse processo passa a ser mais democrático, com as opiniões de todos sendo ouvidas e discutidas.

 

6. Comunicação eficaz com pais e mães de alunos

Para que você consiga desenvolver uma gestão escolar de qualidade, pais e mães de alunos também devem ser considerados — afinal, tudo o que se planeja diz respeito aos filhos dessas pessoas.

Quanto a isso, é natural que pais e mães queiram saber tudo o que ocorre dentro das escolas em que seus filhos estudam, portanto, uma boa relação com eles é fundamental para que haja uma relação de confiança.

As reuniões de pais e mestres podem ser utilizadas para manter esse canal sempre aberto, assim como o site da instituição ou grupos em redes sociais. Nesses contextos, o planejamento estratégico pode ser apresentado para mostrar o quanto a escola se importa com seus alunos.

Porém, vivemos em uma sociedade agitada em que as pessoas têm uma quantidade escassa de tempo. Nesse contexto, cabe à instituição recorrer a outros meios para se fazer presente na vida de pais e alunos.

Por esse motivo da falta de tempo, muitas pessoas estão usando a tecnologia e desenvolvendo aplicativos. Eles são um meio eficaz de comunicação com os pais, que promovem uma interação constante e simplificada.

Estes recursos permitem que os responsáveis acessem comunicados em seus dispositivos móveis, por exemplo. Também é possível acompanhar a situação acadêmica do aluno com muita facilidade, o que facilita o seu envolvimento com a vida escolar de seus filhos.

Os portais também são uma alternativa excelente para facilitar a comunicação com a família e engajá-la no processo de ensino e aprendizagem. Por meio de um site com acesso restrito os pais conseguem resolver pendências financeiras, enviar documentos exigidos, entre outras coisas. Eles também podem solucionar as questões necessárias em horários que vão além do expediente normal, evitando a interrupção de atividades diárias.

7. Priorização das necessidades do aluno

Tendo em vista que o maior objetivo de uma escola é manter um sistema de ensino de excelência, é natural que a prioridade em suas ações seja sempre o benefício dos alunos. Afinal, quando priorizamos o aluno, garantimos um ambiente propício para o ensino de qualidade.

Portanto, faça com que sua equipe esteja sempre próxima dos alunos. A comunicação com eles pode criar oportunidades ricas de interação e sugestões criativas para processos complicados — inclusive aqueles para os quais ninguém enxerga uma solução.

8. Valorização do profissional de ensino

Esse é um aspecto essencial para a qualidade de uma instituição de ensino. Afinal, o ensino de qualidade depende indiscutivelmente da contratação, manutenção e motivação de um grupo de professores altamente capacitados.

Eles precisam ser especialistas não só na área de conhecimento que se propõem a ensinar. O domínio dos métodos mais eficientes para alcançar os objetivos pedagógicos também é um requisito essencial para exercer essa função.

Para isso, é preciso que a escola ofereça uma remuneração justa. Ela deve ser compatível com a competência desses profissionais e os valores praticados pelas melhores instituições de sua área de atuação. Além disso, é importante que a escola garanta a esses profissionais as condições ideais para exercerem o seu papel com maestria.

É preciso oferecer recursos pedagógicos e tecnológicos indispensáveis, além de desonerá-los ao máximo de tarefas burocráticas. Por que isso é importante? Porque quem vive a realidade escolar sabe que o funcionamento de uma instituição depende de diversas atividades burocráticas.

Muitas dessas burocracias são exigências de órgãos oficiais, e não podem ser ignoradas. Porém, quando a escola não conta com ferramentas de automação eficientes, essas atividades consomem uma boa parte do tempo e energia dos educadores.

Entre corrigir provas, entregar o diário na data estipulada ou elaborar uma aula mais atrativa, o professor não precisa gastar seu tempo com tarefas que podem ser automatizadas. Isso não acontece em uma instituição preparada: ela deixa o docente livre para usar todo o seu tempo e potencial criativo na elaboração de aulas, atividades e avaliações mais interessantes e profundas.

O resultado é visto no aspecto acadêmico: alunos mais interessados e engajados, aprendizagem significativa, melhor desempenho dos estudantes e indicadores positivos nas avaliações oficiais e vestibulares.

9. Atenção a indicadores

As escolas têm um papel social e humano inquestionável. Porém, sua capacidade de promover a qualidade e tornar-se uma referência em ensino depende também de uma análise adequada de indicadores.

Quando a escola adota a mesma postura que as empresas e passa a avaliar suas ações seguindo um modelo data-driven (dirigido por dados), ela consegue elevar sua performance a um novo patamar.

Por isso é fundamental contar com um sistema que facilite a análise dos dados. O primeiro passo para isso é o fornecimento de relatórios e gráficos que ajudam a avaliar o desempenho dos alunos nas diferentes turmas e disciplinas.

Essas informações são valiosíssimas para identificar as dificuldades que os alunos enfrentam e detectar sua origem. Assim, a equipe de gestão pedagógica pode intervir de forma efetiva para solucionar problemas atuais e agir preventivamente para que eles não ocorram novamente.

Um coordenador pode perceber, por exemplo, que suas turmas do primeiro ano do Ensino Médio têm um desempenho muito baixo em Física e Matemática. Ao analisar a questão a fundo, ele pode perceber que existe uma defasagem quanto ao ensino de Matemática no Fundamental I que está repercutindo no resultado dos estudantes.

Neste caso, a escola pode atuar de diversas formas: pode oferecer um programa adicional para esses alunos e alterar a grade do Ensino Fundamental I, para que os atuais alunos deste nível não enfrentem o mesmo problema no futuro. Esses são apenas alguns exemplos.

Porém, para fazer esse diagnóstico e propor as medidas adequadas, a equipe pedagógica precisa contar com ferramentas adequadas. Sem a automação, a rotina corrida desses profissionais dificilmente permitirá que eles dediquem tempo à elaboração desses relatórios.

10. Aperfeiçoamento constante

A cada dia surgem novidades que afetam a nossa maneira de consumir informação, realizar as tarefas do dia a dia e até mesmo solucionar grandes problemas sociais.

Portanto, se as ciências e a tecnologia (entre tantas outras áreas) vivem em permanente evolução, as instituições de ensino também não podem ficar paradas no tempo. Elas precisam seguir esta marcha rumo ao progresso e preparar seus estudantes para esta realidade.

Por isso, o aperfeiçoamento constante precisa fazer parte da rotina de uma escola. Isso envolve a capacitação contínua dos seus gestores e docentes, bem como a adoção de novos recursos tecnológicos.

O estudo profundo de temas relevantes para a educação precisa fazer parte de um cronograma de reuniões pedagógicas. Os docentes precisam ter contato não só com a teoria, mas debater como podem ser colocados em prática e avaliar sua aplicação em sala de aula.

Também é preciso colocar a tecnologia a serviço da aprendizagem. Hoje o professor já pode disponibilizar arquivos de vídeo, áudio, infográficos, slides e muitos outros recursos pedagógicos para suas turmas via web.

Ele também pode indicar plataformas de exercícios extras. Nelas, os alunos vão exercitar seus conhecimentos e obter respostas automáticas, tornando-os aprendizes muito mais autônomos e responsáveis.

Esta é uma forma de mostrar aos estudantes que a escola já não é mais detentora de todo o saber. Eles precisam descobrir como usar os recursos disponíveis na rede para se tornarem protagonistas de sua própria aprendizagem e sucesso.

11. Otimização do quadro de horários

Faz parte da rotina do gestor escolar definir o quadro de horários da escola. E, para que ele seja realmente eficiente, você pode contar com o auxílio de softwares que ajudam na gestão escolar.

Por meio deles, é possível reduzir ao máximo das janelas de espera, economizar dinheiro com o pagamento de horas não trabalhadas e fazer qualquer ajuste em tempo real que seja necessário, pois as viabilidades são apresentadas com mais rapidez.

12. Automatizar os processos

Por fim, como você notou até agora, uma gestão escolar de qualidade permite a criação de uma escola moderna e atualizada com as mudanças do contexto social, econômico e político em que vivemos.

Para que isso ocorra com eficiência, você pode contar com um software de gestão escolar que ofereça soluções integradas e atualizações frequentes, que pode ser acessado de qualquer lugar e que salve os seus dados na nuvem.

Com um software completo e descomplicado, é possível contar com todas as ferramentas que você precisa para gerenciar a escola de forma simples, sem complicações.

Na secretaria, a equipe ainda ganha um aumento no rendimento: os tempos de atendimento e dedicados ao retrabalho são reduzidos. Já o time financeiro da escola passa a manter as finanças em dia, controlando receitas, despesas e fluxo de caixa em uma única tela, em que é possível cruzar dados e informações.

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