Gestão escolar e gestão pedagógica: diferentes e complementares!

O que torna uma instituição de ensino (IE) diferente de outras empresas? Ela não oferece um produto, mas atua com base em uma missão clara e definida, além de um compromisso com o desenvolvimento humano e com a sua repercussão social. Mas, para que esse ideal se torne realidade, gestão pedagógica e gestão escolar precisam estar perfeitamente alinhadas.

Não é comum os gestores terem consciência desses 2 papéis complementares. Em muitas instituições, o foco na gestão pedagógica e a preocupação com a missão são tão intensos que os aspectos administrativos são negligenciados.

No entanto, é preciso se atentar para um fato: mesmo que a missão esteja entranhada na existência de uma IE, o seu dia a dia exige procedimentos e providências bem menos filosóficas e mais práticas.

Há um espaço a ser administrado, contas que demandam pagamento, pessoas que precisam de orientação e de liderança, quesitos burocráticos que requerem providências… Enfim, a concretização de um ideal exige uma boa dose de pragmatismo.

E, em sua instituição de ensino, como essas 2 vertentes da gestão se relacionam? Elas se desenvolvem em equilíbrio? A IE consegue cumprir o seu propósito ao mesmo tempo em que alcança estabilidade e crescimento?

Se você quer saber como esses 2 aspectos se complementam e por que eles devem obter total atenção na sua escola, este post vai te ajudar. Vamos falar sobre esses diferentes conceitos e a sua importância para o sucesso da instituição. Preparado para começar?

O que é a gestão escolar?

Trata-se da aplicação de práticas administrativas comuns no mundo dos negócios à lógica e à organização da instituição de ensino.

A gestão escolar reúne as práticas e os procedimentos comuns à administração de qualquer empresa:

  • contratação de funcionários;
  • pagamento de salários;
  • aluguel ou compra do espaço físico;
  • aquisição de materiais;
  • além das despesas e cuidados relacionados à manutenção e conservação do ambiente.

E também, como qualquer outra empresa, a gestão escolar precisa olhar para a comunidade, para o mercado no qual está inserida e para os seus concorrentes. Dessa forma, o gestor escolar poderá analisar os seus processos de maneira crítica e rigorosa a fim de avaliar a instituição e de propor mudanças para melhorar a sua qualidade.

Como sabemos, a Educação é mais que um mero produto. Ela envolve um compromisso filosófico e um ideal humanitário. Por isso, muitos gestores e a comunidade escolar têm um certo preconceito quanto a essa visão mais pragmática da administração.

No entanto, precisamos nos lembrar de que o fator econômico é fundamental para viabilizar a aplicação da visão. Sem cumprir as exigências burocráticas e honrar compromissos financeiros, a instituição se torna incapaz de manter o seu funcionamento e de concretizar os seus ideais.

Por isso, mesmo que consideremos a Educação uma atividade que vai além da finalidade comercial, as escolas também precisam ter lucro, além de manifestar produtividade e eficiência.

Para obter esse resultado, é necessário que a IE conte com as mesmas ferramentas que orientam a administração empresarial. Ela deve utilizar dados para tornar a sua administração eficaz, conquistando a oportunidade de provocar um impacto positivo para a sociedade.

Entre as atribuições do gestor escolar, podemos destacar:

  • organização e administração do espaço escolar, com o devido cuidado com a limpeza e a adequação às necessidades dos seus usuários;
  • gestão dos recursos físicos, materiais, financeiros e humanos da instituição;
  • identificação das necessidades de compras de equipamentos e de suprimentos necessários para o bom funcionamento da escola;
  • organização das atividades relacionadas à manutenção da estrutura física e dos bens patrimoniais, como consertos e inspeções;
  • atualização periódica do inventário dos bens e recursos patrimoniais da instituição;
  • orientação quanto à utilização correta dos materiais adquiridos pela escola;
  • fiscalização e garantia do cumprimento das leis, diretrizes e estatutos do colégio ou do curso;
  • adoção de novos métodos ou de recursos tecnológicos capazes de promover a melhoria nos processos de gestão, em todos os departamentos da instituição.

O que é a gestão pedagógica?

Essa é, de fato, a atividade-fim de uma instituição de ensino. Trata-se do seu core business e, por isso, a gestão pedagógica normalmente já aparece entre as prioridades de uma escola.

Ela é o coração da IE, o setor que estabelece uma identidade para a escola. Geralmente tem como principal ator o coordenador pedagógico. Devido ao seu trabalho, a escola conquista a clientela e faz com que as famílias confiem o preparo dos seus filhos à instituição.

A gestão pedagógica organiza e planeja o sistema educacional e trabalha na elaboração e na execução de projetos pedagógicos. Por isso, o seu principal objetivo é garantir a melhoria da qualidade educacional.

Em seu dia a dia, ela analisa a atual situação da instituição, estabelece metas para melhorar a qualidade do ensino, promove a qualificação do corpo docente para superar esse desafio e promove as mudanças necessárias para que a sua equipe seja capaz de ensinar mais e melhor.

Também estão envolvidos na gestão pedagógica os diretores e os orientadores educacionais. Entre as suas atribuições, podemos destacar:

  • articulação das concepções, estratégias, métodos e conteúdos para a produção de resultados no ambiente educacional;
  • definição de metas para atender aos padrões de qualidade requeridos pela comunidade na qual a instituição está inserida;
  • alinhamento dos processos pedagógicos e a sua devida otimização a fim de melhorar o desempenho dos alunos;
  • envolvimento dos profissionais de ensino e da comunidade no objetivo de alcançar bons resultados com a educação;
  • avaliação constante do trabalho pedagógico realizado para validar iniciativas eficazes e propor melhorias que levem à excelência;
  • criação de um ambiente educacionalmente estimulante, que faça o professor ter vontade de ensinar e desperte, no aluno, o desejo de aprender.
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Por que a gestão de pessoas é um desafio em comum?

Vale lembrar que, em ambas as vertentes, os gestores têm um desafio em comum: a gestão de pessoas. No caso do gestor escolar, tudo o que acontece com a instituição é, de certa forma, a sua responsabilidade.

Portanto, a contratação de funcionários para os mais diversos cargos passa pela sua aprovação, e a gestão também está entre as suas atribuições.

Porém, especialmente quando falamos de setores administrativos, é o papel do gestor escolar orientar a atuação desses funcionários. Secretaria, departamento financeiro, almoxarifado, limpeza e conservação, monitoria, portaria: todos estão sob seu comando.

Quanto ao gestor pedagógico, ele possui uma atribuição bem específica em relação aos recursos humanos da IE.

É o seu papel garantir que os professores — a linha de frente do trabalho pedagógico — sejam devidamente capacitados e trabalhem motivados. E promover o permanente desenvolvimento desses educadores e a satisfação com o ambiente de trabalho é um desafio.

A capacidade para contornar obstáculos, promover o diálogo e criar um relacionamento respeitoso e produtivo é uma das principais tarefas relacionadas a essa função.

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Por que é importante diferenciar os 2 conceitos?

Em um aspecto, esses 2 eixos precisam ter uma certeza: a qualidade de ensino depende não só da existência de bons recursos. A escola precisa assegurar que a sua equipe saiba utilizá-los de maneira otimizada a fim de atender às necessidades do aluno. Ele é o centro de todo o processo.

No entanto, em outros aspectos, esses 2 conceitos precisam ser bem diferenciados. Apenas quando a equipe escolar conhece essas diferentes atribuições, ela consegue equilibrar perfeitamente esses eixos, dando à IE as condições necessárias para colocar em prática o seu projeto pedagógico e impactar positivamente o seu entorno.

Sem uma gestão pedagógica de qualidade, a escola não tem o que oferecer à sociedade. Ela se torna um depósito de crianças ou, no máximo, um grupo de cuidadores.

É com a excelência pedagógica que uma IE consegue exercer a sua função e formar cidadãos íntegros, capazes de analisar, criticar e transformar a sociedade em que vivem. Ela os orienta a desenvolver as suas habilidades e as suas competências, tornando-os aptos para atuar no mercado de trabalho e para contribuir com o progresso da comunidade.

Por outro lado, é a gestão escolar ou administrativa que viabiliza esse projeto. Sem a estrutura e os recursos necessários, por mais visionário que seja uma proposta pedagógica, ela se torna impraticável.

Por isso, independentemente se a gestão escolar e a gestão pedagógica são conduzidas por uma única pessoa (em caso de instituições menores) ou por uma equipe (nas escolas maiores), esses 2 aspectos devem receber atenção. Quando algum deles fica defasado, prejudica o sucesso ou a sobrevivência da instituição.

Como fazer com que a gestão em uma escola seja unida?

Embora a gestão tenha essas diferentes vertentes, não podemos nos esquecer de que ambas precisam ter uma finalidade única: a qualidade e o sucesso da instituição.

Por isso, é fundamental ter uma gestão unida, capaz de utilizar as suas atribuições e as suas habilidades para alcançar esse objetivo comum. Mas como uma IE pode fazer isso?

Promova uma gestão democrática

A educação não é uma atividade solitária. Nela, as pessoas interagem e colaboram umas com as outras. Isso vale não só para mestres e alunos, mas também para a equipe envolvida na gestão.

O bom gestor escolar consegue estabelecer uma relação de parceria com a sua equipe. O segredo do sucesso está no envolvimento: de coordenadores, de professores, de orientadores, de funcionários e mesmo das famílias que compõem a comunidade escolar.

O mesmo papel que os stakeholders representam em uma empresa, esses diferentes grupos exercem na escola. Por isso, o processo participativo para a tomada de decisão é uma estratégia importantíssima para obter engajamento e colaboração.

Esses stakeholders, que nas empresas são grupos com interesses diferentes (funcionários, investidores, fornecedores, clientes, etc) têm seus equivalentes nas instituições de ensino. Pais, alunos, funcionários, professores, gestores, comunidades — cada um desses grupos têm suas expectativas quanto ao papel da escola e o benefício que ela pode proporcionar para aquele segmento. Por esse motivo, é importante que eles sejam representados na tomada de decisão.

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Fique atento às demandas da sociedade

Em uma sociedade, a escola é a instituição mais comprometida com a preparação para o futuro.

Os seus alunos não podem sair dela preparados para atuar no mercado e na comunidade de hoje. Eles precisam adquirir conhecimentos e desenvolver competências que os tornem aptos a marcar presença na sociedade do amanhã.

Por isso, um dos principais desafios — e, ao mesmo tempo, uma estratégia para formar uma equipe unida — é inspirar uma visão de futuro, baseada nas demandas da sociedade. Isso garante um senso de propósito e uma oportunidade de participar de um projeto transformador.

Considerando que os educadores são profissionais, mas também idealistas, essa é uma excelente maneira de engajá-los no seu projeto e criar um time coeso.

Faça da escola um espaço democrático

Em muitas escolas, o gestor centraliza grande parte das decisões. Isso se deve a vários motivos: a sua responsabilidade na condução dos negócios, o seu conhecimento específico do setor, a sua experiência construída ao longo de uma história em instituições de ensino.

Porém, quando esse processo de tomada de decisão é democratizado, o retorno e o envolvimento da equipe se tornam maiores. Para isso, não é necessário começar realizando assembleias.

A escola pode fazer isso (ou iniciar esse processo) de forma muito mais sutil. É importante que a instituição proveja um canal por meio do qual pais, professores e funcionários tenham a oportunidade de manifestar a sua opinião.

Essa atitude não significa que a escola cederá a todas as requisições realizadas, mas que analisará as propostas e acatará aquelas capazes de agregar valor ao processo educacional.

Para a surpresa dos gestores, muitos desses personagens serão capazes de dar contribuições realmente significativas. Com um ponto de vista diferente, eles podem propor soluções que ainda não haviam sido cogitadas pela equipe de gestão, simplificando a rotina e favorecendo a construção da excelência.

Valorize as contribuições

Mas, para alcançar esse alvo, é preciso tomar atitudes que realmente demonstrem aceitação e incentivo. Uma delas é a prática das sugestões, desde que viáveis.

Outra ação importante para a valorização é a atribuição dos resultados aos autores da solução. A apropriação indevida das ideias sugeridas por funcionários ou por clientes inibe o engajamento e cria um clima desconfiança desnecessário e improdutivo.

Quando as iniciativas e a sua autoria são reconhecidas e valorizadas pelos resultados apresentados, outros membros da equipe se sentem estimulados a manifestarem as suas opiniões e a contribuírem para a solução de problemas.

Além disso, essa escuta das necessidades e das sugestões contribui para uma melhor aceitação da marca no setor educacional. Portanto, ela tem efeito, também, sobre a percepção da clientela e sobre o marketing da instituição.

Estabeleça uma comunicação produtiva

O compartilhamento de informações de forma organizada e antecipada é um sinal de respeito aos profissionais e à comunidade escolar.

Essa atitude demonstra transparência e permite que todos tenham uma visão clara do que se espera de cada um e do que a instituição entende como excelência. Quando o educador conhece as diretrizes, ele pode segui-las de forma objetiva e obter um feedback a respeito do seu desempenho de acordo com os parâmetros estabelecidos.

Além disso, a comunicação antecipada permite que o funcionário se organize da melhor forma para atender às exigências ou às convocações da instituição. Esse é um sinal de respeito à vida pessoal e aos compromissos profissionais dos educadores.

Ouça as dificuldades

Se o trabalho pedagógico não tem o resultado que os gestores desejam, possivelmente não é porque os professores não estejam interessados em alcançar a excelência.

Todos os educadores desejam trabalhar em instituições de ensino reconhecidas pela sua qualidade e pela sua capacidade de alçar os alunos ao padrão necessário para conquistar os seus objetivos.

Mas, se existe vontade por parte dos educadores, o que impede a instituição de alcançar esse nível de excelência? É preciso ouvir todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem para detectar as causas do insucesso e corrigi-las.

Quando os gestores adotam uma postura de parceria em busca de solução, e não de simples cobrança para obter resultados, eles constroem uma equipe unida e eficiente.

Promova a formação continuada

Toda instituição educacional precisa se importar e trabalhar para alcançar resultados melhores. Sem essa preocupação, ela trai a confiança da sua clientela e deixa de oferecer aos alunos a oportunidade de desenvolver integralmente o seu potencial.

Porém, há formas diferentes de alcançar resultados: a 1ª é pela cobrança, e a 2ª é pelo aperfeiçoamento constante da equipe.

Quando os gestores exigem de professores e de funcionários um desempenho melhor, mas não participam da construção dessa equipe, ela criará desgastes e não obterá o resultado desejado.

No entanto, quando o profissional percebe que a escola acredita no seu potencial e que fornece as ferramentas necessárias para o seu desenvolvimento, ele se sente motivado e procura implementar melhorias.

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Nesse aspecto, a escola precisa praticar aquilo que ensina aos seus alunos: que na vida é necessário aprender constantemente. Aprender novos métodos de ensino, novas abordagens às dificuldades dos alunos, novas aplicações da tecnologia à realidade escolar…

Mais do que isso, ela precisa mostrar que, como instituição, também está disposta a assimilar novos modelos de gestão e a adotar processos para torná-la menos burocrática e mais eficiente.

Portanto, o aperfeiçoamento constante, seja pela otimização de processos ou pela formação continuada, é uma tônica importante para unir a equipe em torno de um projeto de excelência.

Qual é a importância do trio gestor na escola?

Até agora, falamos da gestão pedagógica e gestão escolar como 2 vertentes que trabalham internamente na construção e na viabilização de um projeto educacional.

No entanto, é preciso se lembrar de que a equipe interna pode contar ainda com um aliado externo para alcançar a qualidade educacional: o supervisor escolar.

Juntos, esses 3 personagens — diretor, coordenador pedagógico e supervisor escolar — formam o trio gestor das instituições de ensino.

Como já falamos sobre o gestor escolar e sobre o gestor pedagógico, vamos iniciar este tópico com informações sobre o supervisor escolar. Ele é um educador disponibilizado pela Secretaria de Educação para auxiliar as instituições de ensino.

Sua principal função é orientar coordenadores e diretores quanto ao exercício das suas tarefas com o objetivo de alcançar melhores resultados. Ele é responsável pela implantação dos programas oficiais, necessários para que a rede tenha unidade e coerência, podendo ser caracterizada como um sistema de ensino.

Mas por que agregar esse agente externo à equipe escolar?

Em 1º lugar, devido à capacidade de orientar as instituições rumo à excelência. Quando existe uma proximidade entre escola e Secretaria de Educação, as IEs conseguem obter resultados mais expressivos nas avaliações oficiais.

Além disso, o supervisor atua como orientador ou consultor, acompanhando e apoiando o desenvolvimento do Projeto Político Pedagógico e trabalha na formação de diretores de escola e de coordenadores pedagógicos.

Mas como esse trio gestor pode atuar em consonância para obter melhores resultados?

Quando se fala que a 3ª pessoa do trio gestor é o supervisor escolar da Secretaria da Educação, muitos administradores escolares temem e automaticamente rejeitam essa ideia.

O motivo para isso é simples: muitos desconhecem esse caráter orientador do trabalho do supervisor e o veem apenas como o responsável por fiscalizar ações, detectar falhas e determinar ordens.

Esse desconhecimento do real papel do supervisor gera uma resistência que se torna improdutiva para a própria escola. Em vez de se beneficiar do conhecimento de um profissional conhecedor de leis e de métodos de ensino — que pode atuar como um consultor da instituição —, ela cria uma barreira que impede essa colaboração.

Portanto, o 1º passo para obter os benefícios dessa parceria é o conhecimento do papel de todos os participantes do trio gestor. Acompanhe:

Diretor

Responsável pelo gerenciamento da instituição de ensino nos seus aspectos físicos e estruturais, materiais e humanos. O diretor responde, também, legal e judicialmente, pela escola, inclusive quanto aos seus resultados pedagógicos.

Coordenador pedagógico

É uma espécie de mentor do grupo dos professores. Cabe a ele conhecer as diversas metodologias e abordagens didáticas e orientar o corpo docente a utilizá-las para obter melhores resultados.

O seu principal alvo é promover o aperfeiçoamento permanente dos professores. Ele deve acompanhar o trabalho pedagógico, analisar os resultados, conduzir a implantação de melhorias e reiniciar o ciclo de avaliação e aperfeiçoamento para tornar o processo de ensino e de aprendizagem cada vez mais eficaz.

Supervisor escolar

É designado para dar apoio às escolas e intermediar a sua relação com o Poder Executivo. Eles devem orientar os diretores quanto às soluções mais adequadas para as questões do dia a dia.

Também é a sua responsabilidade atuar na formação continuada de coordenadores pedagógicos e de professores, ajudando-os a implantar melhorias que elevem o desempenho da instituição.

A partir desse conhecimento, é fundamental que as 3 partes desenvolvam uma atitude colaborativa.

Conclusão

O equilíbrio entre gestão escolar e gestão pedagógica é essencial para que a instituição alcance os seus objetivos. Enquanto o olhar pedagógico dá um rumo e visão ao projeto, a área administrativa garante que haja recursos para concretizar essa proposta.

Portanto, trata-se de uma construção coletiva, que envolve questões ideológicas e práticas. Se bem alinhadas, elas promovem o sucesso da instituição e a satisfação dos clientes, além de impactar positivamente a sociedade.

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